Andei querendo me destruir,
Andei querendo meu próprio mal,
Dai pisei em minha própria poça de consciência,
E nela me afundei tanto que encontrei a coerência.
Divaguei a nadar em um mar de buscas,
De futuras conquistas que andei almejando,
E que andava não realizando,
E vou me fortificar, nem nada e nem ninguém mais me destruirá.
Serei eu mesmo cada instante,
Sem influências e sem me deixar levar,
Fazer dos meus dias o que melhor puder esperar,
E parar de ser um passageiro no trem da vida.
Agora é hora de mudar, e tudo fazer, tudo sonhar,
Parar de ser apenas mais um, parar de me negar,
E assim o mundo sei que hei de conquistar,
Hei de poder um dia falar, mudei para melhorar e para triunfar.
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