Faço de cada dia um recomeço,
Sem batalhas, sem desespero,
Trato cada dia a seu jeito,
Reservo-me a ser EU o sujeito.
Me dou ao direito de pensar,
De discernir e racionalizar,
Mas também me deixou levar,
Pelos amores que a vida vem a me dar.
Estou a procura do meu certo,
Vivendo minhas experiências ao meu passo,
Gozando de jovilidade e loucura,
Vivendo cada dia, sem angústia.
Ressentimentos e Arrependimentos nunca haverão,
Pois minha vida é lavada ao passo de um avião,
Com um toque de leveza e insensatez,
Vivo assim, cada minuto a sua vez.
Meu ser se torna mais jovem ao passo do tempo,
Mostrando que juventude é obra de milênios,
Obra que nenhum estudo explicará,
Obra que é mais bela, mais única, criada sem apagar.
Um blog onde procuro escrever textos, poesias, crônicas, poemas e tudo que estou a sentir no momento ou que vejo por ai em minhas andanças habituais. Espero que gostem de algo irreverente e escrito as vezes em outras línguas, mas sempre com um bom humor as vezes implícito ou um sadismo metódico e crítico. Apreciem com moderação...
sábado, 27 de agosto de 2011
Você deixou de ser...
Você desbancava até Deus,
Me ensinou a ser mais eu,
Me mostrou que devia trilhar meu caminho,
Me guiou e me deixou seguir.
Mas uma hora você caiu,
Me mostrou ser um humano e tropeçou,
E nessa queda, ficou ao chão,
Nem ao mesmo tentou levantar, nem esboçou reação.
Me mostrou ali, naquele momento,
Que seu ser forte partiu,
E meu guia se foi,
Me deixando perdido sem um ídolo.
Perdido aqui estou agora a escrever,
Sem saber se fui ou se vou ser,
Porque tu, meu espelho, se partiu,
Quebrou em mil pedaços, sumiu!
Mas sei que um grande homem nunca morre,
Sei que no momento certo tu renascerá,
Voltará a ser aquele que um dia me guiou,
Voltará a ser aquele que em mim apostou.
Querido pai,
Desculpe se não me tornei o que sonhará,
Desculpe se não seu sonho,
Mas me apoiei em ti,
E quando o senhor caiste,
Cai junto e ali fiquei,
Esperando que levantaste e a mim ajudaste,
Mas o senhor nem se lembrou seu nome,
Ficou perdido no intangível, bem bem longe!
Me ensinou a ser mais eu,
Me mostrou que devia trilhar meu caminho,
Me guiou e me deixou seguir.
Mas uma hora você caiu,
Me mostrou ser um humano e tropeçou,
E nessa queda, ficou ao chão,
Nem ao mesmo tentou levantar, nem esboçou reação.
Me mostrou ali, naquele momento,
Que seu ser forte partiu,
E meu guia se foi,
Me deixando perdido sem um ídolo.
Perdido aqui estou agora a escrever,
Sem saber se fui ou se vou ser,
Porque tu, meu espelho, se partiu,
Quebrou em mil pedaços, sumiu!
Mas sei que um grande homem nunca morre,
Sei que no momento certo tu renascerá,
Voltará a ser aquele que um dia me guiou,
Voltará a ser aquele que em mim apostou.
Querido pai,
Desculpe se não me tornei o que sonhará,
Desculpe se não seu sonho,
Mas me apoiei em ti,
E quando o senhor caiste,
Cai junto e ali fiquei,
Esperando que levantaste e a mim ajudaste,
Mas o senhor nem se lembrou seu nome,
Ficou perdido no intangível, bem bem longe!
sábado, 6 de agosto de 2011
Passagens
Andando, vagando, perambulando,
Sendo, vivendo, desacontecendo,
Sofrendo, tendo, perdendo,
Renascendo, resurgindo, revivendo.
Agora...
Depois de tudo,
Depois da chuva,
Da tempestade de meteoros,
Você me vem.
Logo após...
Te encontrar,
Encontrei-me comigo,
Tive um devanéio,
E te perdi por entre meu meio.
A verdade vem...
A me mostrar quão bela é a flor,
O nascer do dia,
Me mostrar, que nada perdia,
Apenas joguei fora uma ilusão,
Espantei você e a solidão.
E a noite caiu...
Alegando e demonstrando,
Que mais bela era a lua,
Que vivia nua e déspida,
A espera de sua vida perdida,
Do seu sol, seu amor de vida.
Sendo, vivendo, desacontecendo,
Sofrendo, tendo, perdendo,
Renascendo, resurgindo, revivendo.
Agora...
Depois de tudo,
Depois da chuva,
Da tempestade de meteoros,
Você me vem.
Logo após...
Te encontrar,
Encontrei-me comigo,
Tive um devanéio,
E te perdi por entre meu meio.
A verdade vem...
A me mostrar quão bela é a flor,
O nascer do dia,
Me mostrar, que nada perdia,
Apenas joguei fora uma ilusão,
Espantei você e a solidão.
E a noite caiu...
Alegando e demonstrando,
Que mais bela era a lua,
Que vivia nua e déspida,
A espera de sua vida perdida,
Do seu sol, seu amor de vida.
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