quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Algo simples e puro, felicidade!

O que dizer de um plano vulgar,
De tentar encontrar,
Algo que se oferecia ao olhar,
Que se fazia reluzente, só agarrar,

E você deixou escapar,
E não sabe se poderá de novo achar,
É tão puro o sentimento,
Que você não o viu, fazia-se parte dos seus momentos,

Escapou entre seus dedos,
Essa coisa frágil foi tomada por outra,
Dura e nunca equivalente,
Algo que desafia os bons e os fere.

Então se cria rixas é ruim,
É podre, duro e sem valor algum,
E você mereceu,
Porque jogou tudo fora, se esqueceu,
Do amor dos dias,
Da simplicidade da folha que caia.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Sem título 1

    Não sei o que acontece as vezes, sento-me para estudar para algo e não consigo me concentrar. Talvez, eu não seja a pessoa mais focada do mundo, sei que não passo nem perto disso, mas as vezes queria sentar e simplesmente conseguir fazer todos os exercícios de matemática propostos e tirar aquele A desejado por todos e como não faço isso fico sempre com o B na minha vida. É como um plano que me acompanha, não entendo porque, mas me persegue, me faz querer sempre ser a segunda escolha em tudo, nunca o plano correto, príncipe da espada brilhante que tem o cavalo reluzente e salva a princesa, mas o vagabundo que faz piadas de si mesmo, de sua vida e que arruma confusão com muitas pessoas, odeia a maioria delas mas que várias mulheres amam sem sentido. É, talvez eu seja sem sentido, sem rumo, sem paradeiro, vou para aonde o dedo apontar, onde minhas emoções insistem em me levar.
    Sanidade mental inexistente, saúde corporal duvidosa, paradeiro ao fim de um dia só descoberto no momento. Seriamente, queria uma vida normal, totalmente, de um cara que acorda cedo, beija sua esposa, dá um abraço em seus filhos, vai trabalhar, chega de noitinha em casa, toma seu "drink" para relaxar, tem uma bela noite de sexo com sua esposa e sabe que tudo estará certo no próximo dia. Mas não sou esse cara, gosto de idealizar isso as vezes, talvez minha parte racional diga a si mesmo todos os dias que deveria ser assim, mas existem partes inconscientes e que querem pular pra cima de outras coisas a cada segundo. Por isso me vejo fazendo escolhas erradas, com medo de levantar da cama e enfrentar todos que decepcionei e perdido.
    Mas o que dizer de um perdido consciente?! Talvez loucura, talvez sinceridade. Digo, não espero menos de mim que muita sinceridade, palavras doem e atos também, mas a verdade dói mais ainda, e eu a digo lavada e descarada, na "lata". E sei que em muitos casos recepciono muitas patadas de volta, pessoas que me odeiam e que declaram isso publicamente. E sei que meus meios de conquista e de querer o que busco são meio infantis, talvez. No mesmo meio, me vejo amado por várias outras pessoas porque digo a verdade, nua e crua, sem enfeites(ps: odeio enfeites), gosto das coisas nuas, antigas e rústicas. Gosto dos meios de vida onde cada pessoa vale pelo que ela é, mesmo sendo todos contra. E nesse meio, ainda me dou bem, estranho, é, bem estranho mesmo! Mas a história continua amanhã.