quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Algo simples e puro, felicidade!

O que dizer de um plano vulgar,
De tentar encontrar,
Algo que se oferecia ao olhar,
Que se fazia reluzente, só agarrar,

E você deixou escapar,
E não sabe se poderá de novo achar,
É tão puro o sentimento,
Que você não o viu, fazia-se parte dos seus momentos,

Escapou entre seus dedos,
Essa coisa frágil foi tomada por outra,
Dura e nunca equivalente,
Algo que desafia os bons e os fere.

Então se cria rixas é ruim,
É podre, duro e sem valor algum,
E você mereceu,
Porque jogou tudo fora, se esqueceu,
Do amor dos dias,
Da simplicidade da folha que caia.

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