Andei querendo me destruir,
Andei querendo meu próprio mal,
Dai pisei em minha própria poça de consciência,
E nela me afundei tanto que encontrei a coerência.
Divaguei a nadar em um mar de buscas,
De futuras conquistas que andei almejando,
E que andava não realizando,
E vou me fortificar, nem nada e nem ninguém mais me destruirá.
Serei eu mesmo cada instante,
Sem influências e sem me deixar levar,
Fazer dos meus dias o que melhor puder esperar,
E parar de ser um passageiro no trem da vida.
Agora é hora de mudar, e tudo fazer, tudo sonhar,
Parar de ser apenas mais um, parar de me negar,
E assim o mundo sei que hei de conquistar,
Hei de poder um dia falar, mudei para melhorar e para triunfar.
Um blog onde procuro escrever textos, poesias, crônicas, poemas e tudo que estou a sentir no momento ou que vejo por ai em minhas andanças habituais. Espero que gostem de algo irreverente e escrito as vezes em outras línguas, mas sempre com um bom humor as vezes implícito ou um sadismo metódico e crítico. Apreciem com moderação...
sábado, 27 de julho de 2013
Loucura que não sai da minha cabeça.
Caminhos cruzados pela sacada,
Meu olho ao seu entrelaça,
Não sei bem se é a neblina ou a fumaça,
Que torna a luz corrente pura prata,
E de repente, some na nevasca,
Te tenho e te perco a cada instante,
Mas minha busca incessante,
De te ter a meu lado nunca termina,
É um caminho árduo por entre as cortinas,
Por entre cada gesto e cada ruptura,
Por dentro de cada gosto da amargura.
<-------- --------="" chorus="">-------->
Te quero e te desgosto,
Te amo e te adoro,
Já não sei se é mais amor,
Esse desencontro que me causa dor,
Já não sei mais nada de nós dois,
Apenas sei que nos quero, pois,
Cada verso que escrevo perde o sentido,
Sem você pra sentir e preencher meu vazio.
<-------- --------="" chorus="">-------->
Então vou na batalha, na luta diária,
De te ter em minha vida,
Te cravar em minha alma,
Escritos tão profundos que são aparentes,
Que meu ser é seu sem mais dizer,
Sem precisar tirar e nem querer,
Me entrego a você para fazer o que bem entender,
Pode me jogar no rio da amargura,
Pode me dar vida, me dar ternura,
Aceito o que vier se contigo estiver,
Pois assim estou completo em minha agonia,
Só de te ter em cada dia.
<-------- --------="" chorus="">-------->
Te quero e te desgosto,
Te amo e te adoro,
Já não sei se é mais amor,
Esse desencontro que me causa dor,
Já não sei mais nada de nós dois,
Apenas sei que nos quero, pois,
Cada verso que escrevo perde o sentido,
Sem você pra sentir e preencher meu vazio.
<-------- --------="" chorus="">-------->
E agora te tendo a cada dia,
Minha vida não é como eu queria,
Sinto que posso te perder e nada mudará,
Você é apenas desejo puro, sem amar,
E nessa dualidade do meu pensar,
Não sei o que quero e o que desejar,
Um futuro pleno a seu lado não sei mais,
Um estar, um viver, talvez nada demais,
E vou te deixar ir pra sempre,
Pra aprender a lidar com meu coração,
Mostrar pra mim mesmo quem manda na situação,
Te dar um fim, te acabar, te destruir, te matar...loucura que não sair da minha cabeça.
Canto ao amor perdido
O que é repentino,
Sempre causa arrependimento,
Decisões extremas,
Que só geram desilusões supremas.
Mas sem controlar o passo em frente,
Caminho na esperança corrente,
De um dia poder ao menos controlar,
Essa vontade que me domina de te encontrar.
Porque fui deixado para trás?
Porque seu amor não tenho mais?
Não sei o sentido disso tudo,
Só sei que nada tenho sem você em meu futuro.
E com rimas vazias e coração partido,
Escrevo mais uma linha desse capítulo,
Que já dura uma imensidão,
E que parece não ter fim e nem solução.
E quando já me sinto fraquejar novamente,
Eis uma mão surgindo, uma nascente,
Que me enche de novo de esperança,
Que me faz querer tal mudança.
De te deixar pra trás e aceitar os fatos,
Que nosso amor ficou no passado,
Aquilo que senti fortemente por ti,
Passou e agora posso seguir.
E cada passo que eu dou me reencontro,
Vejo-me renovado e me amando,
Querendo crescer e meu futuro desfrutar,
Sabendo que se outro amor encontrar,
Vou novamente me dedicar,
Mas saberei superar.
Sempre causa arrependimento,
Decisões extremas,
Que só geram desilusões supremas.
Mas sem controlar o passo em frente,
Caminho na esperança corrente,
De um dia poder ao menos controlar,
Essa vontade que me domina de te encontrar.
Porque fui deixado para trás?
Porque seu amor não tenho mais?
Não sei o sentido disso tudo,
Só sei que nada tenho sem você em meu futuro.
E com rimas vazias e coração partido,
Escrevo mais uma linha desse capítulo,
Que já dura uma imensidão,
E que parece não ter fim e nem solução.
E quando já me sinto fraquejar novamente,
Eis uma mão surgindo, uma nascente,
Que me enche de novo de esperança,
Que me faz querer tal mudança.
De te deixar pra trás e aceitar os fatos,
Que nosso amor ficou no passado,
Aquilo que senti fortemente por ti,
Passou e agora posso seguir.
E cada passo que eu dou me reencontro,
Vejo-me renovado e me amando,
Querendo crescer e meu futuro desfrutar,
Sabendo que se outro amor encontrar,
Vou novamente me dedicar,
Mas saberei superar.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Dias sem voz e sem ver...
Ando tão na indecisão,
Entre o sim e o não,
Parece vazio, oco e sem direção,
Mas é apenas minha alma na escuridão.
Sem voz gritando por vontades,
Sem ver a frente ou atrás e mirando bobagens,
Perdido, perdão, sem uma mão,
Querendo apenas escapar, sem noção.
Nem sabendo ao certo o que dizer,
Vou tentando concretizar e fazer,
Algo que nem sentindo tem e nem objetivo,
Uma coisa sem voz, sem ver e adjetivo.
E será isso meu fim?
Não, é apenas um trem a passar em mim,
Me deixando o máximo vivo pra saber,
Que outro dia virá, e a mesma agonia irá trazer ao nascer.
Entre o sim e o não,
Parece vazio, oco e sem direção,
Mas é apenas minha alma na escuridão.
Sem voz gritando por vontades,
Sem ver a frente ou atrás e mirando bobagens,
Perdido, perdão, sem uma mão,
Querendo apenas escapar, sem noção.
Nem sabendo ao certo o que dizer,
Vou tentando concretizar e fazer,
Algo que nem sentindo tem e nem objetivo,
Uma coisa sem voz, sem ver e adjetivo.
E será isso meu fim?
Não, é apenas um trem a passar em mim,
Me deixando o máximo vivo pra saber,
Que outro dia virá, e a mesma agonia irá trazer ao nascer.
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