No fundo da exatidão,
Encontro a matemática do errão,
Um lugar sem vez, onde há viagens fora da lei,
Onde há lugares que nunca verei.
Eletricidade, sendo criada e dissipada,
Matemática errada, das vidas inexata,
De um contexto de gênio,
Retiro minhas leis do silêncio.
Magistral e harmônico, somar e subtrair,
Matemática da vida, vidas que estão a cair,
Vidas que mudam para dividir,
Com aqueles que te induziram a assim agir.
Mas quem disse somos exatos,
Não sabemos coordenar nossos meros atos,
Como assim podemos criar,
Cada vez mais leis que podem revolucionar!
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